Segredos de uma garota.

Por pura inocência eu pensei que as coisas poderiam ser como antes ou ao menos melhorassem. Ilusão pura, as coisas não melhoraram ou ficaram estáveis, elas pioraram. Agora eu ando pelas ruas e becos sem saídas, eu estou sem saída. As portas e janelas se fecharam para mim, e enquanto elas não abrem eu fico sozinha no tempo pensando em como seria bom se tudo mudasse… Mas a esperança um dia morre, e ela está se perdendo de mim, está distante, se afogando em águas do oceano, que talvez eu nunca mais encontrarei. Segredos de uma Garota.

Apenas segredos.

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Theme (c)

theme por the-dreamgirl . Detalhes de fascinadaporestrelas, biasemcriatividade e meiopasso. « dont copy, please »

Reblog e vá na sua página: 


Isso é divíno!

vou reblogar isso toda vez que aparecer na dash

GENTE REBLOGA MESMO!!! É MT FODA ISSO AQUI!!!

*———————-*

(Fonte: folhasde-outono.tumblr.com )

Posted 28 Abril 2012, há 1 mês · 686 392 notas · Reblog
originally nena-nguyen · via: infinita-paixao2
esmalte-preto-com-brilho sussurou: ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄▼ ◄ ▲ ► ▼ ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄ ▲ ► ▼ ◄▼ ◄ ▲ ► ▼ DESCULPA. Derrubei meus doritos na sua ask :D Mande para seus tumblrs favoritos.

Owwn, valeu Linda (:

Posted 14 Abril 2012, há 1 mês · Reblog

(Fonte: ikatycandy)

Posted 26 Fevereiro 2012, há 3 meses · 761 notas · Reblog
originally sche1sse · via: lambuzar
desde-sempre:

De promessas em promessas ela ia vivendo, repreendendo a si mesma pelas lágrimas vertidas,  ia seguindo e tentando e querendo conseguir. Promessas espatifadas na frente do espelho. Sussurrava um “eu te amo”  para sua essência, afagava sua alma frágil com palavras de  encorajamento. Deixava pairar nos lábios um sorriso delicado vez ou  outra, mas nunca forçado. Nunca fingido. Não sabia ser atriz, não sabia  fingir, a pobre. Ou a felizarda. Talvez autenticidade ainda seja uma  qualidade, talvez o conselho de “nunca finja ser o que não é” ainda  esteja de pé, mesmo com o jorro de criticas que recebemos em troca pela  sinceridade. De qualquer forma ela não sabia fingir, seguia o conselho em passadas cegas, sem perceber. Meio devastada, meio duvidosa, meio, nunca completa. Sempre um meio termo, ela tentava  seguir resignada com suas alegrias arrebatadoras, sua felicidade  bipolar, com seus probleminhas de sempre. Não queria fazer drama, não.  Não carecia. Só ela sentia, só ela sabia do que precisava, e por isso  não podia fingir. Mas vez ou outra molhava os lábios, meio angustiada.  Baixava os olhos castanhos, engolia em seco. Repentinamente respirava  fundo, o peito subia. Desejava em seu interior cheio de traumas e  sonhos ser flagrada. Que alguém a surpreendesse, que notassem os  suspiros constantes. Que perguntassem seus pensamentos, suas vontades.  Não era triste, mas tinha a expressão mais melâncolica, e os olhos mais  doces, de um chocolate derretido. Olhos grandes, vivos, circundados por  cílios escuros e grossos. Um dia desses, pega de surpresa, foi abraçada.  Virou estátua enquanto a cintura delicada e suave era envolvida, e  sentiu-se estranha. Passara tempo demais afastada, pensando que assim  cuidava de si mesma. Desabituara-se a abraços, beijo na testa, cheiro no  cangote. Qualquer demonstração de carinho depois de tanto tempo  enclausurada em si mesma, era tão estranho. Atiçava sua desconfiança. Açúcar queimado. Outrora doce, ingênua, com a inocência pregada no sorriso pálido. Hoje amarga, os olhos castanhos desconfiados, baixando vez ou outra. Cedia a timidez. Agarrava o silêncio. Esqueceu como ser doce. Esqueceu, quando todos a julgaram sem conhecer. Ela guarda traumas antigos, esquece o amor próprio por vezes em casa quando sai, e acaba magoada com a mais simples pergunta. Quebradiça, carregava consigo tão poucos anos, e já estava tão cansada. Tão pesada. Carregava um fardo, pois via-se como um fardo. Desejava o brilho encantador ao mesmo tempo leve das estrelas. Mas era borboleta sem asas, tinha medo do breu noturno, e até o céu não podia voar. (des-cicatrizar)

desde-sempre:

De promessas em promessas ela ia vivendo, repreendendo a si mesma pelas lágrimas vertidas, ia seguindo e tentando e querendo conseguir. Promessas espatifadas na frente do espelho. Sussurrava um “eu te amo” para sua essência, afagava sua alma frágil com palavras de encorajamento. Deixava pairar nos lábios um sorriso delicado vez ou outra, mas nunca forçado. Nunca fingido. Não sabia ser atriz, não sabia fingir, a pobre. Ou a felizarda. Talvez autenticidade ainda seja uma qualidade, talvez o conselho de “nunca finja ser o que não é” ainda esteja de pé, mesmo com o jorro de criticas que recebemos em troca pela sinceridade. De qualquer forma ela não sabia fingir, seguia o conselho em passadas cegas, sem perceber. Meio devastada, meio duvidosa, meio, nunca completa. Sempre um meio termo, ela tentava seguir resignada com suas alegrias arrebatadoras, sua felicidade bipolar, com seus probleminhas de sempre. Não queria fazer drama, não. Não carecia. Só ela sentia, só ela sabia do que precisava, e por isso não podia fingir. Mas vez ou outra molhava os lábios, meio angustiada. Baixava os olhos castanhos, engolia em seco. Repentinamente respirava fundo, o peito subia. Desejava em seu interior cheio de traumas e sonhos ser flagrada. Que alguém a surpreendesse, que notassem os suspiros constantes. Que perguntassem seus pensamentos, suas vontades. Não era triste, mas tinha a expressão mais melâncolica, e os olhos mais doces, de um chocolate derretido. Olhos grandes, vivos, circundados por cílios escuros e grossos. Um dia desses, pega de surpresa, foi abraçada. Virou estátua enquanto a cintura delicada e suave era envolvida, e sentiu-se estranha. Passara tempo demais afastada, pensando que assim cuidava de si mesma. Desabituara-se a abraços, beijo na testa, cheiro no cangote. Qualquer demonstração de carinho depois de tanto tempo enclausurada em si mesma, era tão estranho. Atiçava sua desconfiança. Açúcar queimado. Outrora doce, ingênua, com a inocência pregada no sorriso pálido. Hoje amarga, os olhos castanhos desconfiados, baixando vez ou outra. Cedia a timidez. Agarrava o silêncio. Esqueceu como ser doce. Esqueceu, quando todos a julgaram sem conhecer. Ela guarda traumas antigos, esquece o amor próprio por vezes em casa quando sai, e acaba magoada com a mais simples pergunta. Quebradiça, carregava consigo tão poucos anos, e já estava tão cansada. Tão pesada. Carregava um fardo, pois via-se como um fardo. Desejava o brilho encantador ao mesmo tempo leve das estrelas. Mas era borboleta sem asas, tinha medo do breu noturno, e até o céu não podia voar. (des-cicatrizar)

(Fonte: salt-rain)

Posted 25 Fevereiro 2012, há 3 meses · 51 notas · Reblog
originally salt-rain · via: desde-sempre
Posted 25 Fevereiro 2012, há 3 meses · 2 notas · Reblog
originally gotta-icons · via: love-myfeelings
Posted 25 Fevereiro 2012, há 3 meses · 6 notas · Reblog
originally blacksta-r · via: love-myfeelings
Posted 25 Fevereiro 2012, há 3 meses · 3 notas · Reblog
originally jessicapaiva12 · via: love-myfeelings

(Fonte: unwantedgirl)

Posted 25 Fevereiro 2012, há 3 meses · 15 notas · Reblog
originally unwantedgirl · via: love-myfeelings
desde-sempre:

”Acho que estava procurando felicidade no lugar errado, nas pessoas erradas. Andava pelas ruas e o que restava era apenas escuridão e as poças de água com lamas bem mais escuras. Parecia coisa do meu pensamento, mas poderia ser o destino mostrando que meu mundo tá escuro e acabado. Sempre andei tão sozinha e não fazia diferença, hoje eu me sinto bem mais vazia, talvez completamente vazia e sozinha no meu mundo estranho. Não nego. Sou estranha, tenho minhas escolhas, minhas manias, mas anda me afetando a cada instante esse vazio do dia-a-dia. Me mandaram esperar a poeira baixar, então esperei. Daí que ela só aumentou, só foi poluindo cada vez mais e me fazendo perceber que todo o tempo que eu esperasse seria idiota, me fez perceber que era hora de mudar do que esperar a atitude da vida. Fui babaca por tanto tempo, buscando em pessoas vazia o amor, sem saber que essas pessoas não tinha nem amor próprio, fui buscando em pessoas inseguras um apoio, só que cai cada vez mais no meu buraco e no buraco delas. Eu queria mostrar que não doía, eu queria ser forte. Mas acho que não deu né? As pessoas começaram a me perguntar se estava tudo bem, começaram a fazer um aglomerado de preocupações, sendo que nada daquilo era de verdade. Eu só sorri e saí em direção de uma nova chance de viver… Então eu comecei, comecei a procurar pessoas cheia de segurança e de amor, talvez eu nem encontrasse, talvez eu tenha desacreditado que exista pessoas com essas características. Mas eu busquei… Fui deixando os dias passar e percebendo quem era quem, percebendo as pessoas que me faziam mal, percebendo que meu mundo estava mudando. E era pra melhor… Meu coração ainda estava vazio, mas o melhor era isso, só assim eu não ia me iludir mais uma vez.” (nadadeperfeita)

desde-sempre:

”Acho que estava procurando felicidade no lugar errado, nas pessoas erradas. Andava pelas ruas e o que restava era apenas escuridão e as poças de água com lamas bem mais escuras. Parecia coisa do meu pensamento, mas poderia ser o destino mostrando que meu mundo tá escuro e acabado. Sempre andei tão sozinha e não fazia diferença, hoje eu me sinto bem mais vazia, talvez completamente vazia e sozinha no meu mundo estranho. Não nego. Sou estranha, tenho minhas escolhas, minhas manias, mas anda me afetando a cada instante esse vazio do dia-a-dia. Me mandaram esperar a poeira baixar, então esperei. Daí que ela só aumentou, só foi poluindo cada vez mais e me fazendo perceber que todo o tempo que eu esperasse seria idiota, me fez perceber que era hora de mudar do que esperar a atitude da vida. Fui babaca por tanto tempo, buscando em pessoas vazia o amor, sem saber que essas pessoas não tinha nem amor próprio, fui buscando em pessoas inseguras um apoio, só que cai cada vez mais no meu buraco e no buraco delas. Eu queria mostrar que não doía, eu queria ser forte. Mas acho que não deu né? As pessoas começaram a me perguntar se estava tudo bem, começaram a fazer um aglomerado de preocupações, sendo que nada daquilo era de verdade. Eu só sorri e saí em direção de uma nova chance de viver… Então eu comecei, comecei a procurar pessoas cheia de segurança e de amor, talvez eu nem encontrasse, talvez eu tenha desacreditado que exista pessoas com essas características. Mas eu busquei… Fui deixando os dias passar e percebendo quem era quem, percebendo as pessoas que me faziam mal, percebendo que meu mundo estava mudando. E era pra melhor… Meu coração ainda estava vazio, mas o melhor era isso, só assim eu não ia me iludir mais uma vez.” (nadadeperfeita)

Posted 25 Fevereiro 2012, há 3 meses · 577 notas · Reblog
originally nadadeperfeita · via: desde-sempre